Nascido nos Estados Unidos, James Warren Jones foi um líder religioso - apesar de nunca ser ordenado oficialmente; fundador da seita Templo do Povo (People Temple).
Logo nos primeiros anos de sua vida adulta, Jim Jones distanciou-se do que dizem as Escrituras Sagradas, afirmando ser ele a reencarnação de diversos líderes religiosos.
A reencarnação é desmentida pela Santa Bíblia, em Hebreus 9-27, a qual diz: "E, assim como aos homens está ordenado morrer apenas uma vez, vindo depois disso o Juízo".
Entretanto o falso mestre comitiva a enganar a muitos, nos Estados Unidos, Brasil, e na Guiana, onde fundou a comunidade de Jonestown, chamando-a de "Terra Prometida".
Um dos artifícios usados por Jim Jones para recrutar fiéis ao seu movimento foi a descriminação contra o racismo, bem como ações sociais em favor dos mais carentes.
Fixado na selva guianense, o religioso proibia seus congregados de abandonarem o aldeia, onde era submetidos aos desconfortos e trabalhos duros, o que foi investigado.
Em 17 de novembro de 1978, o senador americano Leo Joseph Ryan (1925-1978) juntamente com e assessores, chegou ao alojamento após receber várias denúncias.
Um dia depois, Jim Jones temendo ser preso por sequestro e trabalho praticamente escravo tramou a morte do senador e sua comitiva antes da volta aos Estados Unidos
Consequentemente, o fanático ordenou o suicídio, consumado na aldeia, sendo que poucos escaparam por fugir dos capangas da seita. Houveram 918 mortes no atentado.
Dentre as vítimas - que morreram por envenenamento e disparos de arma de fogo; estava o próprio Jim Jones, morto com um tiro na cabeça. A tragédia chocou o mundo.
As Escrituras Sagrada dizem: "Se alguma pessoa destruir o santuário de Deus, o Senhor o destruirá; pois o santuário de Deus, que sois vós, é santo" - 1ª Coríntios 3-17.

Nenhum comentário:
Postar um comentário